Carrapateira,
concelho de Aljezur.
terça-feira, 4 de junho de 2013
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Série - Algarve é...: Cabo de São Vicente
No extremo
sudoeste de Portugal e do continente europeu.
Excerto de “Tranquilamente
cúmplices”:
“Os
três ficaram um par de minutos em silêncio, meditando, deslumbrados com aquela natureza agreste diante deles. O vento fazia-se
sentir nos seus cabelos agitados. Pequenos bancos de rochas negras emergiam
acima da água, ficando pura e simplesmente rodeados da espuma branca das ondas.
O azul-esverdeado do mar dava lugar a uma fina linha branca, de água espumada,
ao embater no sopé da escarpa rochosa. Só faltava ouvirem a ‘Cavalgada das
Valquírias”, de Wagner, para que tudo fosse perfeito!”
sexta-feira, 24 de maio de 2013
domingo, 19 de maio de 2013
Série - Filmes: Efeitos secundários
A
filmografia de Steven Soderbergh é bastante interessante. É um dos meus realizadores
preferidos, sem dúvida. Basta lembrar “Sexo, mentiras e vídeo”, de 1989, o
primeiro grande sucesso, passando por “Erin Brockovich” vencedor de vários
prémios (incluindo um Óscar para Julia Roberts), “Traffic” e a saga “Ocean’s”…
Neste caso, “Efeitos secundários” (“Side effects”, de 2013) dá continuidade a
um percurso feito sem grandes sobressaltos. E, quase sempre, num patamar
elevado.
Mais uma
vez, Soderbergh confirma o estatuto de mestre do thriller dramático, para isso
muito tem contribuído a parceria com Scott Z. Burns responsável pelos argumentos
dos seus últimos filmes. Aliás, o argumento é o principal ponto forte de
“Efeitos secundários” que aborda um tema bem actual: a dependência de fármacos para
o tratamento de depressões. Diria que este filme critica, de forma subtil, o
poder da indústria farmacêutica. No campo das representações destacam-se Rooney
Mara (a paciente Emily Taylor) e Jude Law (o psiquiatra Jonathan Banks),
personagens destemidos num jogo emocional de verdades e de mentiras maquinadas.
A
minha avaliação (de 0 a 10): 8.
sexta-feira, 17 de maio de 2013
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Série - Moral da história: Saber o que é correcto e...
Acabo de ler
o Decreto-Lei n.º 62/2013, publicado hoje (10/05/2013), que estabelece medidas
contra os atrasos no pagamento de transacções comerciais, transpondo a
Directiva 2011/7/UE, e só posso ficar satisfeito, em parte... A nova legislação
estabelece como regra nas transacções entre empresas (incluindo profissionais
liberais): o prazo de pagamento não pode exceder 60 dias. É uma das áreas mais
sensíveis das relações comerciais que aflige, em particular, os pequenos e
médios negócios. Infelizmente, em Portugal, vivemos enredados em teias
legislativas para tudo e mais alguma coisa. E mesmo assim… Isto acaba por ser
um bom negócio para alguns juristas/advogados, claro. E, sobretudo, para os
burlões! No fundo, o que deveria ser uma prática comunitária e interiorizada
sem qualquer dúvida, acaba por ser imposta com valor obrigatório e
disciplinador. Falta de honestidade? Falta de coragem? Masoquismo social?!
Moral da
história (Confúcio):
Saber o que
é correcto e não o fazer é falta de coragem…
sábado, 27 de abril de 2013
Série - Nano-conto: Amarelinha
Era uma vez uma poção mágica chamada amarelinha, tratada com muito
carinho e respeito, claro. Para ser mais rápido, mais alto e mais forte, apenas
com a amarelinha. Amarelinha mais amarelinha só há uma!
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