quinta-feira, 5 de maio de 2011

Série - Partilhado: Tudo "limpinho"!

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Após uma leitura sobre o plano da “troika”, através do Jornal de Negócios (trabalho notável), destaco um aspecto que, para mim, é o mais importante: a definição estratégica e consequentes objectivos. Deixo o conteúdo das medidas para as diversas interpretações possíveis: favoráveis e desfavoráveis, claro. No nosso Estado, nunca tinha visto nada assim: tudo “limpinho”!

A definição de objectivos deve respeitar os seguintes princípios (através da “menmónica” DREAM):

D – de datado, ou seja, tem a ver com o período temporal de aplicação/execução;
R – de realizável, isto é, diz respeito à possibilidade efectiva de concretização dos resultados pretendidos;
E – de específico, corresponde à identificação clara e concisa daquilo que se pretende atingir;
A – de ambicioso, significa a ideia de realização que exige muita coragem, vontade e empenhamento;
M – de mensurável, ou seja, tradução numérica dos resultados pretendidos para, assim, poderem ser comparados com as realizações alcançadas.

Neste plano da “troika”, respeitaram isto “ao milímetro”.

Adenda: estes senhores da “troika” não brincaram em serviço, nem vieram passar uns dias de férias; só não vê quem não quer.

Série - Partilhado: Na cama do faquir

A III República encontra-se na cama do faquir (título, do editorial do Jornal de Negócios, assaz interessante: “A cama do faquir”), a ser esquartejada... O despesismo/défice do Estado, conhecido por todos e aceite por muitos, reflecte a podridão deste regime. Venha de lá a IV República!

Adenda: ainda só folheei a edição de hoje do Jornal de Negócios, no entanto, considero uma capa muito bem conseguida.
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quarta-feira, 4 de maio de 2011

Série - Publicidade pessoal: Literacia financeira

Recentemente, fui convidado para integrar um projecto da DECO relacionado com a literacia financeira. Convite prontamente aceite, claro. Penso que será um dos temas mais importantes para as famílias portuguesas nos próximos anos. Após muitos anos a vivermos sem grandes preocupações, com o crédito “ao virar de uma esquina”, nos anos vindouros a conjuntura vai alterar-se… Onde há ameaças existem oportunidades (é uma máxima do pensamento empresarial). Por isso, temos uma grande oportunidade à nossa frente para ficarmos melhor preparados/informados sobre este mundo financeiro complexo e outras coisas mais… A primeira fase do projecto (elaboração de um manual) está quase concluída. Mais tarde, darei mais novidades.

Adenda: além disso, é uma oportunidade para regressar à DECO, onde trabalhei durante cerca de 5 anos, e reencontrar ex-colegas/amigos.

Série - Partilhado: É brutal!

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Pois é, como previa… Este plano de austeridade é brutal! Pedro Santos Guerreiro explica bem explicadinho (Vídeo: Euforia?! Os políticos deviam vir às empresas, Jornal de Negócios). Só não vê/ouve quem não quer.

Adenda: a previsão de recessão de 0,9%, do PEC IV, era pura fantasia; infelizmente, a recessão será mais profunda, talvez, entre 2% e 3% (negativos, claro); no final deste ano, prestarei contas sobre as minhas previsões.
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Série - Partilhado: O jornalismo de joelhos

A generalidade da comunicação social portuguesa está de joelhos perante o Poder “socrático” (entenda-se: propaganda, mentira e incompetência). Só não vê quem não quer.

Texto do jornalista António Granado (O jornalismo de joelhos): “NENHUM jornal foi autorizado ontem a fazer fotografias da importante comunicação ao país do primeiro-ministro José Sócrates. A decisão foi, mais uma vez, só haver fotografias feitas pelo fotógrafo oficial do gabinete do primeiro-ministro, Ricardo Oliveira. Decisão inaceitável a todos os títulos, apesar de nenhum jornal se atrever hoje a referi-la. Alguns jornais escondem mesmo tratar-se de fotos oficiais – o Público assina a foto como sendo da AFP, o Correio da Manhã como sendo da Lusa. Uma “conferência de imprensa” (como lhe chamou o primeiro-ministro) sem fotógrafos (e já agora sem perguntas) é uma conferência de imprensa? Ou apenas a confirmação de que o jornalismo português está de joelhos?”

Nota final do editorial do Jornal de Negócios, de Pedro Santos Guerreiro (Feliz ano novo): "todos os jornais cometem erros e são manipuláveis por fontes. O Negócios também já errou e errará. Mas houve desinformação gritante nos últimos dias, com exagero claro de medidas de austeridade, o que teve beneficiários. Como é verificável, o Negócios deu em primeira mão muitas medidas, incluindo o próprio pedido de ajuda. Não demos tudo o que agora se sabe. Mas não falhámos nada. À cumplicidade com as fontes preferimos a cumplicidade com os leitores. E assim não os enganámos."

terça-feira, 3 de maio de 2011

Série - Partilhado: Doze dígitos

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A ajuda externa da “troika” pode chegar aos doze dígitos. Doze dígitos! Ou seja, mais de € 100 000 000 000. Mais de 50% do nosso PIB. É muita massa! As nossas finanças estão miseravelmente esfarrapadas. Os próximos anos serão assaz duríssimos! Só não vê quem não quer.

Adenda: afinal, a ajuda da "troika" será de € 78 000 000 000; onze dígitos, é muita massa!

domingo, 1 de maio de 2011

Série - Alentejo em fotografia: Seara ondulante

Fotografia do "meu" Alentejo, no início do Verão. Paisagem típica do Baixo Alentejo (no Alto Alentejo predomina o montado), onde me encontro a desfrutar de um fim de semana tranquilo e com a festa de aniversário do meu sobrinho Martim.


“A ternura imaculada do Alentejo. O mistério das planícies…”, in Tranquilamente cúmplices.