quinta-feira, 3 de março de 2011

Série - Partilhado: Orgulho benfiquista

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The International Federation of Football History & Statistics (IFFHS) has placed Benfica as the number one team in the World for February 2011. It is the first time the «Glorioso» are ranked top in the World's Club Team of the Month since the IFFHS began to record such statistics from January 2000. Benfica's actual winning streak stretches back to 12th December 2010 with 18 consecutive victories in all competitions.
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(fonte: IFFHS)
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Série - Textos longos: O bruto é cada vez menos líquido

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Era uma vez a Sra. Poupança que tem sido muito maltratada nos últimos anos. Outras coisas mais modernas concorrem contra ela, nalguns casos, de forma desleal. Aqui, o consumismo (quase) imediato é o principal concorrente, mas não é o único… O mundo é mais impaciente para com ela. Estamos na época do tudo fácil, tudo rápido. Facilmente, caímos na tentação das aparências que nos iludem. E, rapidamente, o barato sai caro! Por falar nisso, o Gigante tem a sua quota parte de responsabilidade, claro.
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Neste mundo (quase) imperfeito, há seres que complicam o que é, já por si, difícil. Vivem da publicidade lustrosa e ilustrada por celebridades, mas de conteúdos questionáveis. Aliás, frequentemente esses conteúdos passam para o campo da trafulhice, miserável trafulhice. Podemos considerá-los dependentes de tais vícios, de facto. Os “polícias de serviço”, por sua vez, fecham os olhos ou, pura e simplesmente, olham para o lado. Não se passa nada!
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A Sra. Poupança, muito esforçada por natureza, luta contra tais seres. Eis que surge o crédito nas suas diversificadas formas e feitios. Qual euromilhões! A chave é sempre a mesma: fácil, rápido e barato. O número suplementar é algo do género: compre hoje, pague mais tarde; quanto mais tarde, melhor! Este número é muito importante porque pode ajustar-se a tudo e mais algumas coisas, elasticamente consumistas. Com tudo isto, são milhões e milhões que fogem da Sra. Poupança como o diabo da cruz!
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Bem, mas as coisas não ficam por aqui… É verdade, falta escrever sobre o papel do Gigante no meio deste filme de terror. Além de ser cúmplice de muita trafulhice, miserável trafulhice, o Gigante carrega forte e feio na Sra. Poupança, coitada! O bruto é cada vez menos líquido. Tudo por culpa do machado do Sr. IRS, grande amigo do Gigante, claro. São milhões de não juros para o buraco.
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Série - Não filtrado: Hipoteticamente

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Os bancos, hipoteticamente, são os senhorios de uma parte dos portugueses. Todos os meses, pagamos-lhes a renda. Por seu lado, o ciclo de subida das taxas de juros do mercado (Euribor) já começou. Agora, as coisas já estão difíceis para muitos. Os próximos tempos vão ser muito mais difíceis, infelizmente. Não tarda muito, os bancos serão os maiores proprietários, de facto.
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quarta-feira, 2 de março de 2011

Série - Textos longos: Sonhos desfeitos

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Era uma vez o Desemprego que vive num turbilhão de problemas. O seu primo Emprego também já teve melhores dias... De qualquer forma, o Desemprego é impiedoso para jovens e menos jovens. Não olha para o BI ou para o cartão de cidadão. Nem, tão pouco, faz distinção entre os sexos. É implacável, pura e simplesmente. Na mesma senda do tratamento de choque proporcionado pelo Gigante, quem havia de ser!?
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Máximos históricos passam à história rapidamente, de mês para mês, tal tem sido a voragem na liquidação de empregos. Muitas empresas fecham as portas e os portões, com maior ou menor ruído, engrossando a lista de falências. Sonhos desfeitos pela força bruta da realidade. Parece que estamos perante uma progressão sem termo. Na mesma linha, cresce o submundo da precariedade através dos recibos (pouco) “verdes”. É um crime designá-los de “verdes” porque esta é a cor da esperança. Se o próprio Gigante desvirtua a cor destes recibos, como é que outros hão-de reagir? Os criminosos devem estar na prisão
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No meio desta tragédia, surgem alguns personagens maquiavélicos afirmando que os resultados obtidos com a estabilização em 11,2% foram positivos. Positivos?! Mais vale ficarem calados! Afinal de contas, o Gigante sabe escolher os seus subalternos, a dedo. A realidade é dura para quem está desempregado principalmente há tempo demais. Quem tanto espera, muito desespera! As vidas profissionais destruídas sobrepõem-se à frieza dos números, sinónimos de más governações. Quer queiram, quer não queiram. Não me interessa… No fundo, esses números são cúmplices da actuação cruel do Gigante. Abominável, simplesmente abominável. Doa a quem doer, isso não me importa!
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Série - Cartoons: Isto é um assalto!

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terça-feira, 1 de março de 2011

Série - Lugares do Algarve: Praia do Camilo, Lagos

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O Algarve tem “tesouros escondidos”? Claro que sim. Este é um deles, entre escarpas rochosas nas proximidades da Ponta da Piedade, em Lagos.
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Série - Textos longos: Quanto mais, melhor

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Era uma vez um défice que vive nas bocas do mundo. Dia sim, dia sim, o défice dá sinais de vida. Há mais défice para além da vida! Muito mais, infelizmente. Com mais ou menos austeridade, o défice permanece bem activo e devastador, alimentando a insustentável gula do Gigante, claro. Qual parasita social! E, paulatinamente, a economia vai definhando. Contra factos não há argumentos.
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Nestas condições, a existência do défice assemelha-se, de facto, a um parasita num organismo debilitado. Pouco a pouco, ganha força à custa de outros, a começar pelos mais fracos. Destrói tudo o que lhe apareça à frente, sobretudo empresas e empregos. Vale quase tudo, por enquanto, menos tirar olhos. E o Gigante assiste, impávido e sereno, a tal espectáculo deprimente. Pudera! Grão a grão, o buraco vai aumentando.
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A falta de vergonha, extinta há algum tempo, permite que muitos se regozijem com a utilização de truques contabilísticos habilidosos, mas igualmente lodosos. Ou seja, a contabilidade criativa que transforma fundos de pensões em pozinhos orçamentais. Realmente, é muita criatividade para tanta trafulhice. As aparências iludem, alguns... Mais tarde ou mais cedo, pagaremos bem caro tais números ilusionistas miseráveis. Não há almoços grátis, definitivamente. Os números reais não enganam! Como o algodão…
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Deste modo, repetem-se os PEC’s (Programa de Estabilidade e Crescimento). Como em qualquer sequela cinematográfica, a paciência esgota-se. Reparem, até a própria designação é falaciosa, logo, chunga. Miseravelmente, chunga. O que é que esses programas têm de estabilidade? Bem, crescimento só se for da carga fiscal. O Gigante, por sua vez, adora PEC’s. Quantos mais, melhor! Se a aldrabice pagasse impostos, rapidamente teríamos superávite em vez de défice.
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