sábado, 27 de novembro de 2010

Série - Não filtrado: Estaline, louco assassino

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O que se escreverá (ou não) no Avante! (estalinista / leninista / marxista) sobre este hediondo momento da história mundial, agora (re)conhecido?
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Resumindo: “…O Exército Vermelho fez prisioneiros 250 mil militares polacos, e às ordens de Estaline executou oficiais e intelectuais. Corria a primavera de 1940. Perderam assim a vida, às ordens de um louco, em Katyn, Kharkov e Kalinine, 22 mil polacos.”
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Para saber mais...
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Série - Não filtrado: O regime no seu esplendor

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(Aeroporto de Beja)
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É vê-los (os milhões de euros, claro) voar!
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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Série - Não filtrado: Dê mais energia a esta causa

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Contra esta plutocracia dominante, eu já assinei esta petição da DECO PROTESTE:
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Contra extras na electricidade, junte-se a nós - Direitos - DECO PROTESTE
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Série - Não filtrado: Pior do que o Benfica...

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... só esta equipa.
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(via The final countdown, corta-fitas.blogs.sapo.pt)
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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Série - Não filtrado: Apanha-se mais depressa um mentiroso...

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Assim se desmascara esta gente que nos (des)governa.
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(Juros da dívida só explicam 15% do aumento da despesa Económico)
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Série - Música da minha vida: De cara a la pared, Lhasa de Sela

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Lhasa faleceu no início deste ano (01/01/2010), mas deixou obras musicais de cromatismos ousados. Filha de pai mexicano e mãe norte-americana, passou grande parte da infância em tendas de circo junto da fronteira entre os EUA e o México. Mais tarde, instalou-se por Marselha, cidade portuária que acolheu o seu bisavô, saído do Líbano com 11 anos, escondido num cargueiro.
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No final de 2004, coincidindo com o final da minha estada de cinco anos por Lisboa (enquanto trabalhei na DECO), tive a oportunidade de assistir a um espectáculo memorável desta cantora nómada e lembro-me que ela teve o cuidado de partilhar algumas histórias da sua vida que, naturalmente, se reflectem nas suas músicas.
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Destas músicas, destaco “Por eso me quedo” (não encontrei ligação) e “De cara a la parede” (ligação em baixo), dedicadas em 3 quadras publicadas, em 04/01/2010, no blogue Amêijoa fresca:
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Cromatismos ousados
em sons melodiosos,
caminhos alisados
por discos radiosos.
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A lembrança adorável
de palavras incontidas,
uma carreira memorável
em músicas sentidas.
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Em rimas tão torcidas
de amor e solidão,
palavras merecidas
de imensa gratidão.
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Desfrutem!
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