terça-feira, 23 de novembro de 2010

Série - Não filtrado: Prémio para a literatura portuguesa

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Gonçalo M. Tavares é, sem dúvida, uma das principais referências da literatura nacional contemporânea.
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(Gonçalo M. Tavares vence Prémio do Melhor Livro Estrangeiro 2010 em França - Cultura - PUBLICO.PT)
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Série - Não filtrado: Lev Tolstói

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“Não alcançamos a liberdade buscando a liberdade, mas sim a verdade. A liberdade não é um fim, mas uma consequência.”
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(evocação no centenário da sua morte)
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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Série - Fotografias do Mundo: Casa soterrada por lava, vulcão Etna - Sicília

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(casa soterrada por lava, na encosta do vulcão Etna - Sicília, durante a erupção ocorrida em 2001; fotografia tirada em Agosto de 2008)
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Série - Não filtrado: Next

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Neste excerto do The Telegraph (ligação em baixo), a análise é lapidar sobre as contas públicas portuguesas:
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“...This is the worst profile in Europe. It requires a drip-feed of external funding that can be shut off at any moment, and undoubtedly will be unless the global economy goes full throtttle into another boom.”
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Uma coisa é certa: basta de (repetidas, gastas, falaciosas) conversas da treta dos nossos (des)governantes, entenda-se: deste regime socrático.
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(ligação à notícia do The Telegraph: Portugal next as EMU's Máquina Infernal keeps ticking)
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domingo, 21 de novembro de 2010

Série - Música da minha vida: Alive, Pearl Jam

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Começo aqui uma nova série, desta vez, dedicada à música da minha vida. E começo, claro, com “Alive” (música escrita por Stone Gossard, guitarrista), dos Pearl Jam, primeiro “single” do álbum de estreia “Ten”, de 1991. Foi no Verão de 1992 que tomei contacto com esta banda oriunda de Seattle, capital do estado de Washington, na costa do Pacífico, noroeste dos EUA. Os Pearl Jam, liderados por Eddie Vedder, surgiram do movimento “grunge” bastante popular no início da década de 1990, de que fazem parte, entre outras bandas: Nirvana, Soundgarden e Alice in Chains. Desfrutem Pearl Jam - Alive!
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Série - Não filtrado: Coisas do caraculu

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Sabem o significado da palavra "caraculu"? Se a resposta for negativa (confesso: eu não sabia), então vale a pena ler:
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"Quando, antes e depois do livro de poesia Dedicácias, Jorge de Sena - e recorro a Sena por o conhecer melhor enquanto poeta, correspondente e ensaísta, mas pos...so chamar o Assis Pacheco, o Nemésio da Marga ou outros - muita gente se indignou pela crueza vernacular de alguns versos, não podiam imaginar que o "caralho" para onde, vezes sem conta, remetemos tanta dessa gente, acabaria por fazer, literalmente, jurisprudência no Tribunal da Relação de Lisboa. Trata-se de um «um sinal de mera virilidade verbal», uma «muleta oratória» não desprestigiante para quem a sofre. Sumariando: «Segundo as fontes, para uns a palavra “caralho” vem do latim “caraculu” que significava pequena estaca, enquanto que, para outros, este termo surge utilizado pelos portugueses nos tempos das grandes navegações para, nas artes de marinhagem, designar o topo do mastro principal das naus, ou seja, um pau grande. Certo é que, independentemente da etimologia da palavra, o povo começou a associar a palavra ao órgão sexual masculino, o pénis. E esse é o significado actual da palavra, se bem que no seu uso popular quotidiano a conotação fálica nem sequer muitas vezes é racionalizada. Com efeito, é público e notório, pois tal resulta da experiência comum, que CARALHO é palavra usada por alguns (muitos) para expressar, definir, explicar ou enfatizar toda uma gama de sentimentos humanos e diversos estados de ânimo. Por exemplo “pra caralho” é usado para representar algo excessivo. Seja grande ou pequeno demais. Serve para referenciar realidades numéricas indefinidas (exº: "chove pra caralho"; "o Cristiano Ronaldo joga pra caralho"; "moras longe pra caralho"; "o ácaro é um animal pequeno pra caralho"; "esse filme é velho pra caralho").Por seu turno, quem nunca disse ou pelo menos não terá ouvido dizer para apreciar que uma coisa é boa ou lhe agrada: “isto é mesmo bom, caralho”. Por outro lado, se alguém fala de modo ininteligível poder-se-á ouvir: "não percebo um caralho do que dizes" e se A aborrece B, B dirá para A “vai pró caralho” e se alguma coisa não interessa: “isto não vale um caralho” e ainda se a forma de agir de uma pessoa causa admiração: "este gajo é do caralho" e até quando alguém encontra um amigo que há muito tempo não via “como vai essa vida, onde caralho te meteste?”. Para alguns, tal como no Norte de Portugal com a expressão popular de espanto, impaciência ou irritação “carago”, não há nada a que não se possa juntar um “caralho”, funcionando este como verdadeira muleta oratória. Assim, dizer para alguém “vai para o caralho” é bem diferente de afirmar perante alguém e num quadro de contrariedade “ai o caralho” ou simplesmente “caralho”, como parece ter sucedido na situação em apreço nestes autos. No primeiro caso a expressão será ofensiva, enquanto que, ao invés, no segundo caso a expressão é tão-só designativa de admiração, surpresa, espanto, impaciência, irritação ou indignação (cfr. Dicionários da Língua Portuguesa da Priberam e da Porto Editora 2010). (...) Será menos própria numa relação hierárquica, mas está dentro daquilo que vulgarmente se designa por “linguagem de caserna”, tal como no desporto existe a de “balneário”, em que expressões consideradas ordinárias e desrespeitosas noutros contextos, porque trocadas num âmbito restrito (dentro das instalações da GNR) e inter pares (o arguido não estava a falar com um oficial, subalterno, superior ou general, mas com um 2º Sargento, com quem tinha uma especial relação de proximidade e camaradagem) e são sinal de mera virilidade verbal. Como em outros meios, a linguagem castrense utilizada pelos membros das Forças Armadas e afins, tem por vezes significado ou peso específico diverso do mero coloquial.» Vá lá. Ainda há soldados."
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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Série - Não filtrado: Contra a hipocrisia comunista

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Mais uma pérola do jornal Avante!. Melhor, mais uma pérola do pensamento comunista/ marxista/leninista nacional contra alguém, Aung San Suu Kyi, Prémio Nobel da Paz, que lutou/luta pelo respeito dos direitos humanos e dos valores democráticos. Não deixa de ser curioso o padrão de referências na defesa de um regime/ditadura militar (à semelhança de outros: Coreia do Norte, China) utilizando esta argumentação, ao nível de um “escarro” (para ser simpático):
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"Imagino que deve ser terrível para uma mulher, para mais senhora de boa disponibilidade financeira, não poder sair de casa para ir às compras no hipermercado mais próximo".
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(Prosa de general birmanês, blogue Delito de opinião)
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